domingo, 13 de novembro de 2011

SEUS CONFLITOS,DÚVIDAS E CONFUSÕES
A SABEDORIA DE TUDO
QUE TE ATORMENTA.
ACHAR UMA ANORMALIDADE
SEUS PENSAMENTOS NORMAIS,
ISTO SIM É ANORMAL.
EU ESCUTO SEU SILÊNCIO
E ENTENDO SUA DOR
ESSA ANGÚSTIA QUE TE SUFOCA
E ME SINTO INCAPAZ
UMA VONTADE DE TE LEVANTAR
E ENXUGAR SUAS LÁGRIMAS
MAS NÃO POSSO
E ELAS ESCORREM E QUEIMAM O SEU ROSTO
E EU SINTO SUA VOZ EMBARGADA
PELO CHORO PRESO
É TORTUOSO ESSE CAMINHO DE SE ENCONTRAR
SOFRE PELA SUA TRISTEZA
E PELA NECESSIDADE DE SER FELIZ
MAS SORRISOS AO ACASO
NÃO VAI CURAR SUA ALMA
 QUANDO TIVER A CONSCIÊNCIA
DE QUE ESSA FELICIDADE QUE PROCURAMOS NÃO EXISTE
QUE O QUE EXISTE É UMA ILUSÃO ,UM DESEJO DE SER FELIZ  
E QUE AMAMOS O DESEJO
TALVEZ COMECE A SE ENCONTRAR
AMOR DO FUTURO
AMOR DO PRESENTE
AMOR DO PASSADO
AMOR QUE ILUMINA
AMOR QUE MANTÉM
AMOR QUE SE APAGA
AMOR QUE SE ACABA
AMOR QUE ME ACABA
AMOR... QUE AMOR É ESSE?
O AMOR INDIVIDUAL
O AMOR INCONDICIONAL
O AMOR MATERNAL
AMAR O AMOR
PERDER AMOR
QUERER AMAR
E TER AMOR
O AMOR QUE NÃO ACEITO
AMOR QUE NÃO PERFEITO
ESTE PEITO DOENDO
NÃO EXISTE REMENDO
PARA UM CORAÇÃO SEM CONCERTO

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Estou na sargeta
Caminho com a água escorrendo sobre minha cabeça
minhas pernas ,já não me acompanham
a fraqueza é muito evidente
o caminho cresce cada vez mais
sinto muito odores
o frango que está assando
esse esgoto por onde passo
o perfume daquela velha
a ânsia insiste cada vez mais
consigo ver os carros
os olhos alheios,olhos molhados
minha cabeça explode terrivelmente
meu estômago está virado
as lembranças de uma noite forçada
uma provação para ninguém
e o arrependimento vem forte
aquele gosto amargo de culpa
desesperadamente culpado
me sinto como estivesse podre
assim como aquele esgoto
não aguento mais
e o vômito vem em golfadas
agora sei o q fazer
preciso de coragem
assumir cada erro
não se pode ser certo
fazendo completamente errado
NÃO sou nenhum metal
sou matéria solúvel
me dissolvo,me desmancho,me desintegro
esfarelado como pó
um novo precipício me espera
ele está lá olhando pra mim
aguardando o momento de eu me jogar
a decisão é minha ,já estou na beirada mesmo.
E lá embaixo é tão atraente
olho pra trás e vejo possibilidades,todas incertas
E lá embaixo é tão bonito
me viro outra vez e vejo muitas dúvidas.
E Agora vou me  desintegrando,
ou pulo de uma vez?
poderia me espatifar,
em um só pulo,em um só golpe
mas essa corrente que me puxa
essa atração que me segura
decisões mentais e insanas
que destroi e corrói todas as esperanças
poderia abrir mão,mas existe uma possibilidade
mas se abrisse mão existiria
muitas possibilidades
e se continuar nessa unica e incerta possibilidade
posso me dissolver cada vez mais rápido
e se sei disso
por que existe a dúvida, a indecisão
de uma escolha?

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Que Vida que é a sua,
A sua vida sem viver,você acha que vive
Não você não sabe o que é viver
você acha que sabe o que é Amor
Não você não sabe nem um terço sobre isso
A  sua Juventude um dia acaba
E o que vai Ficar
A sua certeza de que o que viveu foi em vão
EU não sou a verdade mas,
Eu sinto ela e sinto muito intensamente
E Afirmo com toda certeza que possa existir
Você não sabe o que é VIVER
O que me resta não é sentir pena de você
pois seria mesquinharia
EU sinto o AMOR mas esse
Você nunca mais vai ter
Pois o que me matou foi o que me fortaleceu
E você cresceu em que ?

domingo, 16 de outubro de 2011

Eu preciso acabar com essa vida
Essa vida desgrenhada
Essa vida vazia
Essa culpa de viver
A culpa que me atormenta
A Alegria momentânea
Tem que acabar também
Essa porta de escape
Não é a porta certa
Então o que é certo
Em uma vida que não se tem certeza
A Certeza que não se tem Certeza
E o Corpo que sofre
E se cansa , e já não ajuda mais
É o que sobrou do resto que se tinha
E agora a Dúvida  é maior
E a mediocridade dessas palavras

Ter o que se quer
Querer o que não se tem
em que se crer
e ter o que fazer
o que te da prazer
ter sempre que perder
e aprender a se conter
e quando vou obter
aquilo que quero ter
TER
QUERER
CRER
FAZER
PRAZER
PERDER
CONTER
APRENDER
OBTER
SER
VOCÊ